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| quinta-feira, julho 21, 2005 |
| «FORCADO AMADOR» - OPINIÃO COM "FARPAS" |
«CHEIRA A CAVALO (mas não é droga!)...»
Hoje dispo-me. De preconceitos, quero eu dizer. Não falarei do «Faísca», nem tão pouco da praça de Salvaterra e ainda menos do Nininismo. Aliás, reservo para o futuro um «Guia de Boas Práticas Aplicado Ao Nininismo». Mas isso fica para quando eu for levantar o meu colete de forcado à «5-a-Sec». Hoje, atrevo-me a opinar sobre o que se passa neste país. Recordemos: Freitas do Amaral diz que há falta de comunicação no Governo, Freitas esclarece que as suas palavras foram retiradas fora do contexto, o «DN» garante que a entrevista foi publicada «ipsis verbis», Jorge Coelho diz que Campos e Cunha é um excelente governante e que merece toda a credibilidade, 12 horas depois Campos e Cunha alega «cansaço» e sai do Governo... Sejamos sinceros. Não é fácil (até para um forcado como eu, habituado a levar cornadas!) assimilar tanta informação. Parecia que iríamos entrar na «seally season», mas qual quê! O Governo de José Sócrates dá matéria mais do que suficiente para alimentar títulos de jornais. Por este andar, a política local ainda vai dar muitas voltas. Eu (que enquanto forcado já vi muita coisa!) não me admirava nada se: a Anita fizesse as pazes com a CDU; o Burgal renascesse das cinzas e fosse candidato pelo Bloco de Esquerda à Câmara de Salvaterra; o Gameiro dos Santos fizesse uma lista pelo CDS-PP; o filho do Gameiro fosse o candidato socialista; o Nini acordasse do pesadelo e voltasse para a Assembleia da República a «tempo inteiro»; e também não me admirava nada se o Madelino, num acto tresloucado, se candidatasse pelo partido Nova-Democracia. Como diria a minha avó: «que grande serrabulho!». No seguimento desta loucura assumida (e dado que a Anita vai ganhar as próximas eleições), já estou a ver os projectos dela para o próximo mandato: convencer o Governo de Sócrates que o novo aeroporto não deve ser na OTA, mas sim nos Concheiros de Muge; construir um campo de golfe na zona da praça de Salvaterra e mudar o cemitério para o Escaroupim; obrigar o Governo a incluir no traçado do TGV a estação ferroviária de Muge; fazer dos Foros de Salvaterra um parque zoológico; fazer no Granho um campo de concentração para acolher políticos frustrados e com problemas de protagonismo generalizado. Assina o saudoso «FORCADO AMADOR»
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Postado por José Peixe @ 17:38   |
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| 5 Comments: |
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Pavik Esqueceste de um projecto futuro: tu e o chico gordinho vão reabilitar o MLC e dar cabo da cabeça ao loira, moreira e nini. K tal E. ZAPATA
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PAVIK Esqueceste de uma merda passada: Então tu chamas FAÍSCA ao bicho, havendo uma familia Faísca na Glória do Ribatejo? Já te esqueceste da barracada do INOCÊNCIO... AI ESSA CABEÇA... SÓ TEM É ERVA DO GRILO E VINHO DA GUINÉ...
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Ora cá estou eu, para vos dar cabo do juízinho. Então vocês roubaram-me o meu Pampilho. Isso não se faz. Já estou em www.souapampilha.blogspot.com e vou contar tudinho.
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Olá Mano! Os rapazes da escola dizem que não podes ser Presidente da Junta porque quando eras Presidentes dos Verdinhos do Ribatejo fizeste um desfalque e ganhaste o dinheiro em viagens para o Algarve. Eu ainda mando o martelo acima dum! Então o Valentim, o Isaltino e Ferreira Torres?!
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Agora é que o Zé Peixe vai deixar de ser candidato:
Autárquicas
PS e PCP reduzem dispensas de candidatos à campanha eleitoral 2005-07-21, 12:47
Lisboa, 21 Jul (Lusa) - PS e PCP aprovaram hoje na especialidade, com as abstenções do PSD, CDS-PP e BE, um projecto socialista que reduz o período de dispensa dos candidatos às autárquicas ao tempo de campanha eleitoral.
Além de diminuir de 30 para 12 dias os dias de dispensa, o projecto do PS hoje votado em reunião da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais retira esse direito a uma parte dos candidatos suplentes.
A nova legislação, que precisa apenas de maioria simples para ser aprovada, deverá ser votada na sessão plenária de dia 28 em votação final global e ser aplicada já nas próximas autárquicas, previstas para 9 de Outubro.
O projecto do PS estabelece que "durante a campanha eleitoral", que se inicia no 12º dia anterior às eleições, os candidatos efectivos e o número mínimo de suplentes exigido por lei "têm direito à dispensa do exercício das respectivas funções" e "à retribuição, como tempo de serviço efectivo".
O diploma salvaguarda assim os direitos dos suplentes que correspondam a um terço dos candidatos - o mínimo previsto na lei - e deixa de fora os restantes suplentes, que podem ser tantos quantos as candidaturas quiserem, uma vez que não está definido um limite máximo.
Na mesma reunião da Comissão de Assuntos Constitucionais, PS, PCP e BE chumbaram, com a abstenção do CDS-PP, um projecto do PSD sobre o mesmo assunto, que regula o período de dispensa dos candidatos de acordo com o Código de Trabalho.
Desta forma, o projecto social-democrata atribuía a todos os candidatos às autárquicas, efectivos e suplentes, 12 meios dias de dispensa para participarem na campanha, com direito a apenas um terço da remuneração.
PS, PCP e BE contestaram a aplicação do Código de Trabalho, salientando que este não abrange os funcionários públicos, mas apenas os trabalhadores por conta de outrem e considerando que os direitos dos candidatos a eleições são "matéria de lei eleitoral e não de lei laboral".
Tanto o projecto do PS com o do PSD dizem respeito ao artigo 8º da lei eleitoral autárquica, que foi votado isoladamente dos restantes artigos, relativos aos executivos camarários, sobre os quais não há acordo entre os dois maiores partidos.
PS e PSD anunciaram a intenção de alterar de imediato o artigo 8º quando o jornal Público noticiou que entre 250 mil a meio milhão de portugueses podem actualmente gozar de um mês de dispensa ao trabalho com a remuneração total, por integrarem listas candidatas às autárquicas.
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Pavik
Esqueceste de um projecto futuro:
tu e o chico gordinho vão reabilitar o MLC e dar cabo da cabeça ao loira, moreira e nini.
K tal
E. ZAPATA