Salvaterra de Magos reúne todas as condições para se afirmar como um concelho próspero, atraente e desenvolvido. Infelizmente, do ponto de vista político, continua a ser (des)governado por uma maioria de ex-comunistas ortodoxos e mal formados politicamente. Um grupo de amigos que se aproveitou do Bloco de Esquerda para implantar uma ditadura Estalinista em Salvaterra. Lutaremos para que Salvaterra de Magos seja um concelho mais fixe. Dizemos não a esta força de bloqueio.
terça-feira, maio 30, 2006
Sensacionalismo: Um mal dos nossos dias

O Jornalismo Sensacionalista está intimamente ligado à questão das audiências. Obviamente que qualquer órgão de informação (privado) depende delas para sobreviver (visto que o pendor comercial, nestes casos, é altamente vincado). No entanto, não me parece que os media devam ser escravos das taxas de audiência, caso contrário o efeito bola de neve tomará proporções imprevisíveis no que respeita à falta de rigor, ética e transparência.
Claro está que vivemos na época do directo, do imediato, da hiper-mediatização, o que não significa que tenhamos que assistir à imposição de determinados formatos jornalísticos que nos bombardeiam com “tragédia avulso” e “emoção a rodos”. Infelizmente, em Portugal esta situação acontece com uma regularidade impressionante – especialmente num canal de televisão privado, e em certos jornais – e com resultados, no que respeita ás audiências, certamente satisfatórios para a administração das empresas que detêm os referidos órgãos de comunicação.
Acerca deste tema, Óscar Mascarenhas escreveu um texto – “Informação e Sensacionalismo”; disponível on-line em http://www.jornalistas.online.pt/notícia.asp?id=425%25idselect=402&idCanal=402&p=87 - que ilustra de forma esplêndida esta relação promíscua entre jornalismo de cariz sensacionalista e audiências. A determinada altura escreve o autor: ”No Jornalismo sensacionalista, o autor desdobra-se desonestamente em dois para oferecer um produto que não tem a ver com ele, mas com o público consumidor.(…) O Jornalismo sensacionalista parte de uma concepção de desprezo pelo público, embora se enroupe de um servilismo muito vergado ao público (…)”. Escondido atrás de uma capa de quem se limita a veicular os conteúdos de que as pessoas querem ouvir falar, o profissional de comunicação dedicado ao sensacionalismo, contribui para o marasmo intelectual de quem consome o seu trabalho, ao invés de conduzir o público no sentido contrário.
Por forma a contribuir para o abrandamento deste comboio prestes a descarrilar, parece-me que a criação de um organismo regulador da comunicação social portuguesa poderia ajudar a travar o progresso desta vertente jornalística(?) no nosso país. Por outro lado, não me parece – ao contrário do que à primeira vista possa ser adiantado como a principal razão para este avanço – que o facto de existir em Portugal uma elevada taxa de analfabetismo possa ser uma razão de peso, já que – por norma – o público consome o que lhes é facultado, e se se continuar por este caminho, as pessoas continuarão a consumir lixo, como se de marisco se tratasse.
Postado por José Peixe @ 17:18  

A blogosfera como 5.º Poder

Estou de acordo com os teóricos que defendem que os Blogues se podem tornar um quinto poder. Primeiramente, convém relembrar que para além dos três poderes tradicionais do Estado (legislativo, executivo e judicial) a Imprensa deverá exercer o papel de quarto poder, através do qual vigiará os três anteriormente referidos. A questão fulcral é que em grande parte dos casos, tal não acontece. São várias as razões para o sucedido, sendo que, as pressões exercidas pelos grupos económicos (detentores de vários órgãos de comunicação social) na imprensa, fruto da salvaguarda dos seus interesses, condicionam de sobremaneira o trabalho jornalístico.
Desta forma, a proliferação de blogues no ciberespaço, nos últimos anos tem vindo a fomentar o que podemos apelidar de democratização da informação. Na blogosfera, a censura não existe, nem tão pouco qualquer tipo de influência (económica ou política) que possa condicionar o trabalho e as opiniões de quem coloca - com mais ou menos regularidade – posts no seu blogue. Por outro lado, a facilidade com que se cria um espaço deste tipo na Internet estimula o surgimento de cada vez mais blogues, dedicados ás mais variadas temáticas.
Se na imprensa, as várias pressões que os grandes grupos empresariais exercem sobre o trabalho jornalístico, condicionam o informação – impedindo, ou dificultando o difusão de certos conteúdos, em benefício de outros – tal não acontece na blogosfera, visto existir a verdadeira liberdade de informação e de expressão. Assim, e segundo este ponto de vista, parece-me que os blogues poderão transformar-se num quinto poder, vigiando a imprensa (nem sempre correcta na forma como veicula os vários conteúdos informativos).
Mas, como não há bela sem senão a questão do anonimato no que se refere aos autores dos blogues poderá deixar que paire uma sombra de dúvida quanto aos conteúdos veiculados nesses espaços de informação/opinião. Se por um lado, essa é a forma que muitos jornalistas encontram para difundir opiniões que não poderiam através das redacções onde trabalham, por outro ao não se identificarem abrem espaço para que a dúvida – ou até a descredibilização – ensombre o que publicam. Este é, a meu ver, o travão que poderá retardar a afirmação da blogosfera como quinto poder, sendo que o motor que inverte esta tendência será a faculdade que qualquer cidadão anónimo tem de intervir e opinar acerca de assuntos que não vê debatidos nos Media. Ainda outra particularidade, neste mundo dos blogues – e que é referida num artigo de Vital Moreira, publicado no Jornal O Público, de 23 de Agosto de 2005 - tem a ver com o facto de existirem cada vez mais espaços dedicados aos acontecimentos locais, onde os cidadão podem livremente opinar acerca de assuntos relativos aos seus municípios, e que fomentam verdadeiramente a liberdade de expressão.
Postado por José Peixe @ 16:59  

quinta-feira, maio 25, 2006
Dia da África
ÁFRICA EM NÚMEROS
O 25 de Maio é o Dia da África. Nessa data foi fundada a Organização de Unidade Africana, entretanto rebaptizada União Africana. Estávamos em 1963.
A África tem cerca de 936 milhões de habitantes.
A Nigéria é o país mais populoso: 136.500.000.
O Sudão é o país mais extenso: mede 2.37 milhões de quilómetros quadrados.
As Seicheles são o país com o PIB mais elevado.
Os habitantes das ilhas Seicheles e Maurícias tem a taxa de esperança de vida mais elevada: 73 anos.
Quase metade dos Ugandeses têm menos de 14 anos.
O Níger tem o índice mais elevado de fertilidade: 7,1 filhos por mulher. As mulheres das Maurícias têm em média dois filhos.
A Serra Leoa detém o recorde de mortalidade infantil: 166 por 1000 nascimentos. Nas Seicheles morrem 11 por 1000.
90 por centos dos adultos do Zimbabué sabem ler e escrever. No Níger só 17 por cento o fazem.
Um quarto dos adultos da Suazilândia estão infectados com o VIH/Sida.
Na África subsariana há em média 15 telefones por 1000 habitantes.
Os sul-africanos são quem mais electricidade consomem: 3,860.1 kwh por cabeça. Os etíopes ficam pelos 25.3 kwh.
84,6 por cento da população do Jibuti é urbana.
Só 22 por cento dos etíopes têm acesso à água potável.
Um terço dos africanos (315 milhões) vivem em pobreza, apesar das enormes riquezas do continente.
460 milhões têm dificuldades com a alimentação e 50 milhões passam fome crónica.
300 milhões, sobretudo habitantes de zonas rurais, não têm acesso à água potável.
313 milhões carecem de serviços básicos de saneamento.
Mais de 200 mil crianças são utilizadas como soldados, escravos domésticos ou forçadas a entrar na prostituição.
Mais de 78 milhões de crianças não frequentam a escola; a maior parte são meninas.
Na África subsariana, há 28 milhões e meio de infectados com VIH/Sida e 60 por cento são mulheres.
Os conflitos do Darfur, no Sudão, e da RD Congo fizeram sete milhões de vítimas.
Postado por José da Silva Vieira @ 15:05   0 comments

terça-feira, maio 23, 2006
«FAÍSCA» - A opinião de um equídeo com garra
Sob o signo da verdade

Permite-me, caro José Peixe, que discorde (quase em absoluto) da tua opinião sobre aquilo que se passou ontem no programa Prós e Contras. Num ponto estamos de acordo: o programa pouco mais serviu do que para lançar uma série de ameaças e boatos sobre as relações
sui generis entre agências de comunicação, jornalistas e assessores. Mas, como bem sabes, essa é uma velha discussão que só não passa disso mesmo - de uma discussão - porque há falta de coragem em denunciar os infractores. Carrilho e Rangel, bem ao estilo de velhas raposas, apenas abriram a boca para dizer o óbvio, sem concretizar nada de nada.

Emídio Rangel, aliás, não lançou pista alguma. Parece viver num planeta distante sem ter e mínima percepção da realidade das redacções. Rangel diz que o caminho passa pela investigação e pela aposta no trabalho dos jornalistas. Rangel não quer lembrar-se de que quem manda nos jornalistas são os proprietários dos jornais, das televisões e das rádios. Estarão eles interessados em reforçar as suas redacções com profissionais em nome de um jornalismo mais digno? Não. Isso custa dinheiro e os órgãos não estão para loucuras.


Bem fez Ricardo Costa quando lembrou Rangel do tempo em que mandou instalar câmaras num gabinete para "sacar" imagens à revelia de outros candidatos. O Rangel de hoje não é o Rangel de ontem. Perdeu brio, atropela-se nas ideias, consegue ser despropositado. Em suma: não tem graça e, se tivesse no lugar do Ricardo Costa, certamente teria posto no ar as imagens do aperto de mão não concretizado entre Carrilho e Carmona. E milhares de vezes, aposto.


Ricardo Costa provou que é um grande jornalista. Que sabe do que fala e que só fala do que sabe. Conheces mais algum jornalista em Portugal, na idade dele, com uma memória tão apurada, com um discurso tão articulado e com um notável rigor de ideias? Contam-se pelos dedos, Peixe.
O Pacheco Pereira - e aqui não concordo mesmo nada contigo - esteve bem. Foi o melhor Pacheco Pereira que se podia ter num debate do género. Interpelou quando teve de interpelar e, quando o fez, fez bem.

Apenas um exemplo: Pacheco sublinhou que - antes de se debater a eterna questão da relação entre jornalistas,
accounts de agências de comunicação e assessores - é preciso saber, afinal, que polvo é esse a quem Carrilho aponta o dedo logo no início do livro. Quem são, no fim de contas, esses abutres malvados que, de forma maqueavélica e sem pudor, o impediram de chegar a presidente da autarquia de Lisboa? Se fossemos um país decente, a esta hora Carrilho já tinha dado com a boca no trombone.

Saudações,

«FAÍSCA»
Postado por José Peixe @ 11:22  

LAVAR ROUPA SUJA NOS PRÓS E CONTRAS
DEBATE FRACO
E
POUCO ESCLARECEDOR

O programa Prós e Contras (RTP1) desta noite não conseguiu esclarecer a opinião pública portuguesa das "falcatruas" e "tráfico de influências" que existemn entre algumas agências de comunicação, jornalistas, políticos e assessores de imprensa. Esta noite, a jornalista Fátima Campos Ferreira foi incapaz de moderar o debate. Pacheco Pereira esteve apagado. Manuel Maria Carrilho procurou justiificar o injustificável. Emídio Rangel lançou pistas para o jornalismo de investigação e de denúncia, nomeadamente nas dezenas de jornalistas que fazem assessoria na PT. O jornalista Ricardo Costa actuou como o defensor de uma classe que ao longo dos anos tem vindo a perder a classe e maestria.
Resumindo e concluindo: uma vergonha que só serviu para projectar o "mau" livro do filósofo Manuel Maria Carrilho. Um debate que não passou de uma conversa da treta.
José Peixe
Postado por José Peixe @ 01:34  

segunda-feira, maio 22, 2006
Fandango Arquitectado
O FANDANGO DO PENCO

Amigo Penco, li com atenção o teu Post sobre a última conversa na Cabana e fiquei preocupado com o ambiente. Tu, meu sacana conseguiste fazer a radiografia exacta do acontecimento e enervaste três pessoas ao mesmo tempo.
O Fernando Zé que ficou furibundo. O Arquitecto que anda furioso com tudo o que escreveste. E o Zé Peixe que acabou por cortar o cabelo com pente dois, pondo um ponto final naquele loiro "made in Herman".
E diz-me lá tu meu malandro, o que querias dizer com este parágrafo:
«(...)O Terceiro Fandango foi executado, não tão bem, por aquele senhor que sempre se apresenta e repete que é arquitecto (Vá lá, desta vez poupou-nos dessa!). Então não era que o homem não parava de mudar de lugar, pelo menos umas 5 vezes, reparei eu. Porque será? Stress? Bichinho carpinteiro? Ou temos mais um candidato à política da nossa Terra que gosta de se andar a mostrar?».
Não me digas que o Homem quer mesmo destronar o Carlos Marques e a Maria de Jesus nas próximas eleições autárquicas? Vai lá vai. Se assim for isso é muito à frente só te digo.
Postado por Gloriano @ 17:20  

Causas Nobres de Vasco Pulido Valente
CAUSAS NOBRES

No jornal "Público" de Domingo, Vasco Pulido Valente, mais uma vez trazia uma prosa divinal contra as estratégias governamentais. Uma delícia:
«(...) O Plano Nacional de Leitura não passa de uma fantasia para uns tantos funcionários justificarem a sua injustificável existência e espatifarem milhões, que o Estado extraiu esforçadamente ao contribuinte. Quem não percebe como o país chegou ao que chegou, não precisa de ir mais longe: foi com um número infinito de "causas nobres" como esta. "Causas nobres", na opinião dos senhores ministros, convém acrescentar» .

Para colaborar com Artigos ou Opiniões:
salvaterraefixe@homail.com
Postado por Gloriano @ 17:11  

quinta-feira, maio 18, 2006
Causas


MARCHA CONTRA A FOME

No dia 21 de Maio vai realizar-se a Marcha Mundial contra a Fome 2006. O evento global destina-se a recolher fundos para programas contra a fome infantil em países pobres. Vai decorrer em 115 países, da Argentina ao Zimbabué.
Há alimentos suficientes para alimentar todas a população mundial durante quase meio século. Apesar disso, mais de 300 milhões de crianças em todo o mundo sofrem de fome crónica. A fome e a subnutrição são as causas de mais de metade do número total de mortes de crianças, provocando, todos os anos, a morte de aproximadamente seis milhões de crianças.
Em
Portugal, estão previstas quatro marchas: na Horta (Ilha do Faial), do Peter Café Sport até ao Cais de Santa Cruz; em Ponta Delgada (Ilha de São Miguel), da Praça Gonçalo Velho, junto às Portas da Cidade, até à Avenida Infante Dom Henrique; em Lisboa, da Torre de Belém às Docas; e no Porto, do Cais de Gaia ao Passeio Alegre. As provas começam às 10h00. A inscrição custa 10 euros e dá direito a T-shirt e chapéu.
Em 2005, participaram da marcha 201 mil pessoas, em 266 lugares de 91 países. O evento arrecadou 1,2 milhões de euros, suficiente para alimentar 70 mil crianças durante um ano. Desta feita, a organização espera reunir este ano pelo menos 750 mil participantes em todo o mundo e 20 mil em Portugal.
A iniciativa surgiu em 2002 a partir de uma parceria entre o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas (
PAM) e a TNT. A campanha PobrezaZero também aderiu.
Postado por José da Silva Vieira @ 18:03   1 comments

sexta-feira, maio 12, 2006
FANDANGO EM SALVATERRA

A "nossa Cabana dos Parodiantes" realizou mais uma das suas famosas "Conversas", desta feita sobre o Fandango.
Para já, sendo de louvar estas iniciativas, e esperando que o Fernando José garanta a continuidade das mesmas, também esperamos do fundo do coração, que ele garanta a qualidade e oportunidade das mesmas, e não se deixe levar por "amiguidinhos da casa alheia", elevando de tal maneira o nível cultural das Tertúlias, dirigindo-as para um minusculo grupo pseudo intelectual, e com isso, correndo o risco de afastar a grande maioria das pessoas que nelas gostam de participar.
Quanto a esta, realizada ontem, (e ainda bem que não foi sobre musica erudita) defendia vigorosamente o orador, que existiam diversos tipos de fandango e de diversas regiões da nossa Península.
Realmente, mesmo com muita tristeza, tenho que lhe dar razão, pois só naquela noite e naquele local tão acolhedor, eu deparei com 3 demonstrações de Fanfango.
O primeiro, dançado pelos membros do Grupo Foclorico de Salvaterra, de referir que muito bem, ( ao menos nisso a nossa Terra está bem representada);
O segundo o fandango dançado pelo Fernando José, sempre a correr de um lado para o outro, mais o fecha porta, abre porta, e ainda por cima desta vez, teve que, por diversas vezes por e tirar Cds, bem como acalmar ânimos um pouco mais exaltados.
O Terceiro Fandango foi executado, não tão bem, por aquele senhor que sempre se apresenta e repete que é arquiteto (Vá lá, desta vez poupou-nos dessa), então não era que o homem não parava de mudar de lugar, pelo menos umas 5 vezes, reparei eu. Porque será? Stress? Bichinho carpinteiro? ou temos mais um candidato à politica da nossa Terra que gosta de se andar a mostrar?
O tempo o dirá...
Para terminar, não posso deixar de lamentar o novo "look" do "Moderador" e gestor deste blog. Ò Zézinho das motas ... estás dar uma de Herman José ? Cuidado, olha que nessa idade, diz o povo, que quando se passa para esse lado, já não se volta.

O Penco
Postado por A.M. @ 19:21  

quarta-feira, maio 10, 2006
Coisas do nosso País

Todos os entendidos afirmam que Portugal necessita urgentemente de aumentar a população jovem, ( no meu entender isto quer dizer: mais bébés), também afirmam a necessidade do aumento de população no interior, e afastar as pessoas dos meios urbanos litorais.
Para ajudar estas medidas, o nosso Governo decide fechar blocos de parto e maternidades, e vejam lá, que não é em Lisboa ou no Porto, que há tantas. É mesmo no interior. O que é que estes gajos (Governo) querem? destruir totalmente este país? Já têm alguém que lhes vai dar uma boa comissão, pela venda ao desbarato, deste "Jardim à beira mar plantado"? Ò senhor ministro da Saúde (será da insanidade) e sr. Primeiro Ministro (primeiro de quem?) estão com medo que com maternidades espalhadas pelo país, nasçam mais "aberrações" como vocês?
Mas a boa noticia, gente de Salvaterra, é que graças à importante influência política, junto do Governo e de outras instâncias do nosso País e na Europa, da nossa Exma. Presidente da Câmara e do nosso deputado "Nini", o ministro já garantiu que nunca fechará a maternidade de Salvaterra de Magos.
Assim, todos poderemos ter os nossos filhos no nosso Concelho.
Já agora sabiam que se partirem uma perna ou um braço à noite, a ambulância tem de os levar a Benavente, mas como nesse período, não há técnico de radiologia, é transferido para Santarém.
O que vale é que a ambulância factura ao Km, e o nosso tempo e sofrimento nada vale.

O Penco
Postado por A.M. @ 10:06  

quarta-feira, maio 03, 2006
Leituras
O ECLIPSE DE DEUS

A Além-Mar de Maio dedica a capa à missão num mundo globalizado. As pressões da globalização estão a afastar mesmo os que se consideram crentes da relação com o transcendente que é a pedra de toque da nossa civilização. Este «eclipse de Deus» exige novas formas de missão.Os outros temas a destacar:
Ásia e a América Latina, dois destinos económicos que têm cada vez mais peso. E estão este mês em foco em dois fóruns internacionais;
O muro da exclusão. Para travar a imigração, os EUA planeiam terminar de construir um imenso muro ao longo da fronteira com o México;
Darfur: um genocídio sem fim à vista. Apesar das negociações promovidas pela União Africana, não se avista uma saída para a trágica crise do Darfur. Que já ameaça alastrar ao vizinho Chade;
Cooperação tripartida: O triângulo Portugal-PALOP-EUA nunca deixou de existir. E a cooperação militar tripartida prova-o bem;
O desafio dos transgénicos. As sementes Terminator ficaram sujeitas a uma moratória. Mas a biodiversidade continua ameaçada;
A homofobia não é um preconceito qualquer. Um pouco por todo o mundo, homossexuais são assassinados, presos, maltratados, discriminados.
Quanto às colunas mensais:
O investigador José Dias da Silva reflecte sobre a ajuda externa ou esmolinha em Sinais;
Renato Kizito, do Quénia, dedica Ventos do Sul ao fermento das periferias; Fernando Domingues, descreve, desde Roma, em Apontamentos, a passagem da cruz do encontro mundial da juventude de Colónia, na Alemanha, para Sydney, na Austrália, depois de passar por uma vintena de países africanos. Finalmente, Manuel Augusto Ferreira, em Taiwan, interroga-se em Caminhos de Páscoa sobre o medo e preconceito que as autoridades chinesas têm da religião.
Quanto às rubricas: o Editorial é dedicado aos desafios da «irrelevância de Deus», hoje; em Contraponto, o jornalista Carlos Narciso escreve sobre as guerras em curso no Iraque; através de Gente solidária acompanhamos os primeiros passos de um grupo de missionários na Serra de Guerrero, no centro do México; Povos do mundo apresenta-nos os Nuer, do Sudão; O Filho do Rei é mais uma gostosa fábula indiana publicada em Tradição Oral; Ousar viver é o desafio lançado em Jovens e Missão.
Além-Mar tem também uma secção de actualidades, uma coluna sobre a América Latina, uma página de opinião dos leitores, um escaparate de Livros e Discos e uma proposta concreta de solidariedade aos leitores.
Postado por José da Silva Vieira @ 14:16  

terça-feira, maio 02, 2006
VALE SEMPRE A PENA RESISTIR
Trabalhadores perseguidos na C.M de Salvaterra

A LUTA CONTINUA!

O Dia 1.º de Maio de 2006 já passou à história. Longe vão os tempos em que a "Anita" saia à rua para lutar pelos direitos dos trabalhadores. Tempos não muito distantes mas que em política são longínquos. É que agora, aquela ex-sindicalista e actual presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, não dá tréguas aos trabalhadores que ousam fazer-lhe frente. Os que não partilharem dos seus ideais políticos, são marginalizados, postos de parte, desterrados e perseguidos. Ou seja, uma ex-sindicalista (e comunista ortodoxa!) virou ditadora.
E não se pense que é mais uma invenção! Basta ouvir os trabalhadores em causa.
Mas esses trabalhadores prometem resistir e lutar. São mulheres e homens destemidos. São lutadores com princípios políticos sólidos. São excelentes profissionais que foram metidos na "prateleira" por esta força de bloqueio do Bloco de Esquerda.
José Peixe

Para colaborar com Artigos ou Comentários: salvaterraefixe@hotmail.com
Postado por José Peixe @ 00:48  


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Num concelho onde não existem órgãos de Comunicação Social este Blogue pode ser importante para dar voz aos que não têm voz política em Salvaterra de Magos.
Afinal de contas onde está a Democracia participativa tão apregoada pela presidente Ana Cristina Pardal Ribeiro "Anita" nas últimas Eleições Autárquicas?
O que é feito das outras forças partidárias que prometeram fazer oposição séria e desmascarar os "podres" que existem dentro da autarquia?
É que as perseguições políticas continuam na Câmara Municipal de Salvaterra de Magos e o compadrio político também!
Por isso mesmo, faz todo o sentido a existência deste espaço comunicacional aberto e lutar por um concelho mais desenvolvido.
É muito importante combater o atrofiamento provocado pelo "Anitismo".


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José Peixe - Editor


"A evolução do humano não é obra exclusiva da natureza.
Com a cultura e a capacidade de transmitir conhecimentos de geração em geração o humano é também um produto evolutivo de si próprio."

Moura, Leonel,
Jornal de Negócios
em 20070530
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